sexta-feira, 12 de agosto de 2011

BULLYING




O QUE É BULLYING?

O Bullying é um termo ainda pouco conhecido do grande público. De origem inglesa e sem tradução ainda no Brasil, é utilizado para qualificar comportamentos agressivos no âmbito escolar, praticados tanto por meninos quanto por meninas. Os atos de violência (física ou não) ocorrem de forma intencional e repetitiva contra um ou mais alunos que se encontram impossibilitados de fazer frente às agressões sofridas. Tais comportamentos não apresentam motivações específicas ou justificáveis. Em última instância, significa dizer que, de forma "natural", os mais fortes utilizam os mais frágeis como meros objetos de diversão, prazer e poder, com o intuito de maltratar, intimidar, humilhar e amedrontar suas vítimas.

QUAIS SÃO AS FORMAS DE BULLYING? NORMALMENTE, EXISTEM MAIS MENINOS OU MENINAS QUE COMETEM BULLYING?

As formas de Bullying são:
  • Verbal (insultar, ofender, falar mal, colocar apelidos pejorativos, "zoar")
  • Física e material (bater, empurrar, beliscar, roubar, furtar ou destruir pertences da vítima)
  • Psicológica e moral (humilhar, excluir, discriminar, chantagear, intimidar, difamar)
  • Sexual (abusar, violentar, assediar, insinuar)
  • Virtual ou ciberbullying (bullying realizado por meio de ferramentas tecnológicas, (celulares, filmadoras, internet etc.)
  • Estudos revelam um pequeno predomínio dos meninos sobre as meninas. No entanto, por serem mais agressivos e utilizarem a força física, as atitudes dos meninos são mais visíveis. Já as meninas costumam praticar bullying mais na base de intrigas, fofocas e isolamento das colegas. Podem, com isso, passar despercebidas, tanto na escola quanto no meio ambiente domésticos.
EXISTE ALGUMA FORA DE BULLYING QUE SEJA MAIS MALÉFICA? O CIBERBULLYING É PIOR DO QUE O BULLYING TRADICIONAL?
Uma das formas mais agressivas de bullying, que ganha cada vez mais espaços sem fronteiras é o ciberbullying ou bullying virtual. Os ataques ocorrem por meio de ferramentas tecnológicas como celulares, filmadoras, máquinas fotográficas, internet e seus recursos (e-mails, sites de relacionamentos, vídeos). Além de a propagação das difamações ser praticamente instantânea o efeito multiplicador do sofrimento das vítimas é imensurável. O ciberbullying extrapola, em muito, os muros das escolas e expões a vítima ao escárnio público. Os praticantes desse modo de perversidade também se valem do anonimato e, sem nenhum constrangimento, atingem a vítima da forma mais vil possível. Traumas e consequências advindos do bullying virtual são dramáticos.

QUAL O CRITÉRIO ADOTADO PELOS AGRESSORES PARA A ESCOLHA DA VÍTIMA?
Os bullies (agressores) escolhem os alunos que estão em franca desigualdade de poder, seja por situação socioeconômica, situação de idade, de porte físico ou até porque numericamente estão desfavoráveis. Além disso, as vítimas. de forma geral, já apresentam algo que destoa do grupo (são tímidas, introspectivas, nerds, muito magras; são de credo, raça ou orientação sexual diferente etc.). Este fato por si só já as torna pessoas com baixa autoestima e, portanto, são mais vulneráveis aos ofensores. Não há justificativas plausíveis para a escolha, mas certamente os alvos são aqueles que não conseguem fazer frente às agressões sofridas.

  • QUAIS AS PRINCIPAIS RAZÕES QUE LEVAM OS JOVENS A SEREM OS AGRESSORES?

É muito importante que os responsáveis pelos processos educacionais identifiquem com qual tipo de agressor estão lidando, uma vez existem motivações diferenciadas:

1 - Muitos se comportam assim por uma nítida falta de limites em seus processos educacionais no contexto familiar.

2 - Outros carecem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrealização com atitudes socialmente produtivas e solidárias. Tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adqurir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade.

3 - Existem ainda aqueles que vivenciam dificuldades momentâneas, como a separação traumática dos pais, ausência de recursos financeiros, doenças na família etc. A violência praticada por esses jovens é um fato novo em seu modo de agir e, portanto, circunstancial.

4 - E, por fim, nos deparamos com a minoria dos opressores, porém a mais perversa. Trata-se de crianças ou adolescentes que apresentam a transgressão como base estrutural de suas personalidades. Falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.

QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS QUE UMA VÍTIMA DE BULLYING PODE ENFRENTAR NA ESCOLA E AO LONGO DA VIDA?
As consequências são as mais variadas possíves e dependem muito de cada indivíduo, da sua estrutura, de vivências, de predisposição genética, da forma e da intensidade das agressões. No entanto, todas as vítimas, sem excessão, sofrem com os ataques de bullying (em maior ou menor proporção). Muitas levarão marcas profundas proveniente das agressões para a vida adulta, e necessitarão de apoio psiquiátrico e/ou psicológico para a superação do problema.

Os problemas mais comuns são: desinteresse pela escola; problemas psicossomáticos; problemas comportamentais e psíquicos como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. O bullying também pode agravar problemas preexistente, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio.

QUANDO PERCEBER QUE UMA CRIANÇA OU ADOLESCENTE ESTÁ SOFRENDO BULLYING? QUAL O COMPORTAMENTO TÍPICO DESSES JOVENS?
As informações sobre o comportamento das vítimas devem incluir os diversos ambientes que elas frequentam. Nos casos de bullying é fundamental que os pais e os profissionais da escola atentem especialmente para os seguintes sinais:
  • Na escola: No recreio encontran-se isoladas do grupo, ou perto de alguns adultos que possam protegê-las; na sala de aula apresentam postura retraída, falta frequente às aulas, monstram-se comumente tristes, deprimidas ou aflitas; nos jogos ou atividades em grupo sempre são as últimas aserem escolhidas ou são excluídas; aos poucos vão se desinteressando das atividades e tarefas escolares; e em casos mais dramáticos apresentam hematomas, arranhões, cortes, roupas danificadas ou rasgadas.
  • Em casa: Frequentemente se queixam de dores de cabeça, enjoo, dor de estômago, tonturas, perda de apetite, insônia. Todos esses sintomas tendem a ser mais intensos no período que antecede o horário de as vítimas entrarem na escola. Mudanças frequentes e intensas do estado de humor, com explosões repentinas de irritação ou raiva. Geralmente elas não têm amigos ou, quando têm são bem poucos; existe uma escassez de telefonemas, e-mails, torpedos, convites para festas, passeios ou viagens com o grupo escolar. Passam a gastar mais dinheiro do que o habitual na cantina ou com a compra de objetos diversos com o intuito de presentear os outros. Apresentam diversas desculpas (inclusive doenças físicas) para faltar às aulas.
E O CONTRÁRIO? O QUE SE PODE NOTAR NO COMPORTAMENTO DE UM PRATICANTE DE BULLYING?
Na escola os bullies (agressores) fazem brincadeira de mau gosto, gozações, colocam apelidos pejorativos, difamam, ameaçam, constrangem e menosprezam alguns alunos. Furtam ou roubam dinheiro, lanches e pertences de outros estudantes. Costumam ser populares na escola e estão sempre enturmados. Divertem-se à custa do sofrimento alheio.

No ambiente doméstico, mantêm atitudes desafiadoras e agressivas em relação aos familiares. São arrogantes no agir, no falar e no vestir, demonstrando superioridade. Manipulam pessoas para se safar das confusões em que se envolveram. Costumam voltar da escola com objetos ou dinheiro que não possuiam. Muitos agressores mentem, de forma convincente, e negam as reclamações da escola, dos irmãos ou dos empregados domésticos.

O FENÔMENO BULLYING COMEÇA EM CASA?
Muitas vezes o fenômeno começa em casa. Entretanto, para que os filhos possam ser mais empáticos e possam agir com respeito ao próximo, é necessário primeiro a revisão do que ocorre dentro de casa. Os pais, muitas vezes, não questionam suas próprias condutas e valores, eximindo-se da responsabilidade de educadores. O exemplo dentro de casa é fundamental. O ensinamento de ética, solidariedade e altruísmo inicia ainda no berço e se estende para o âmbito escolar, onde as crianças e adolescentes passarão grande parte do seu tempo.

O BULLYING EXISTE MAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS OU NAS PARTICULARES?
O bullying existe em todas as escolas, o grande diferncial entre elas é a postura que cada um tomará frente aos casos de bullying. Por incrivel que pareça os estudos apontam para uma postura mais efetiva contra o bullying entre as escolas públicas, que já contam com uma orientação mais padronizada perante os casos (acionamento dos Conselhos Tutelares, Delegacias da Criança e do adolescente etc.).

O ALUNO VÍTIMA DE BULLYING NORMALMENTE CONTAM AOS PAIS E PROFESSORES O QUE ESTÁ ACONTECENDO?
As vítimas de bullying se tornam reféns do jogo do poder instituído pelos agressores. Raramente elas pedem ajuda às autoridades escolares ou aos pais. Agem assim, dominadas pela falsa crença de que essa postura é capaz de evitar possíveis retaliações dos agressores e por acreditarem que, ao sofrerem sozinhos e calados, pouparão seus pais da decepção de ter um filho frágil, covarde e não popular na escola.

QUAL É O PAPEL DA ESCOLA PARA EVITAR O BULLYING ESCOLAR?
A escola é corresponsável nos casos de bullying, pois é lá onde os comportamentos agressivos e transgressores se evidenciam ou se agravam na maioria das vezes. A direção da escola (como autoridade máxima da instituição) deve acionar os pais, os Conselhos Tutelares, os órgãos de proteção à criança e ao adolescente etc. Caso não o faça poderá ser responsabilizada por omissão. Em situações que envolvam atos infracionais (ou ilícitos) a escola também tem o dever defazer a ocorrência policial. Dessa forma, os fatos podem ser devidamente apurados pelas autoridades competentes e os culpados responsabilizados. Tais procedimentos evitam a impunidade e inibem o crescimento da violência e da criminalidade infantojuvenil.

COMO É O BULLYING NAS ESCOLAS BRASILEIRAS, EM COMPARAÇÃO A OUTRAS, DOS ESTADOS UNIDOS OU DA EUROPA? ALGUMA CARACTERÍSTICA ESPECÍFICA?
Em linhas gerais o bullying é um fenômeno universal e democrático, pois acontece em todas as partes do mundo onde existem relações humanas e onde a vida escolar faz parte do cotidiano dos jovens. Alguns países, no entanto, apresentam características peculiares na manifestação desse fenômeno: Nos EUA o bullying tende a apresentar-se de forma mais grave com casos de homicídios coletivos, e isso se deve à infeliz facilidade que os jovens americanos possuem de terem acesso às armas de fogo. Nos países da Europa, o bullying tende a se manifestar na forma de segregação social a até da xenofobia. No Brasil, observam-se manifestações semelhantes às dos demais países, mas com peculiaridades locais: o uso de violência com armas brancas ainda é maior que a exercidacom armasde fogo, uma vez que o acesso a elas ainda é restrito a ambientes sociais domiados pelo narcotráfico. A violência na forma de discriminação e segregação aparece mais em escolas particulares de alto poder aquisitivo, onde os descendentes nordestinos, ainda que economicamente favorecidos, costumam sofrer discriminação em função de seus hábitos, sotaques ou expressões idiomáticas típicas. Por esses aspectos é necessário sempre analisar, de maneira individualizada, todos os comportamentos de bullying , pois as suas formas diversas podem sinalizar com mais precisão as possíveis aç~pes para redução dessas variadas expressões da violência entre estudantes.

QUAL A INFLUÊNCIA DA SOCIEDADE ATUAL NESTE TIPO DE COMPORTAMENTO?
O individualismo, cultura dos tempos modernos, propiciou essa prática, em que o ter é muito mais valorizado que o ser, com distorções absurdas de valores éticos. Vive-se em tempos velozes, com grandes mudanças em todas as esferas sociais. Nesse contexto, a educação tanto no lar quanto na escola se tornou rapidamente ultrapassada, confusa, sem parâmetros ou limites. Os pais passaram a ser permissivos em excesso e os filhos cada vez mais exigentes, egocêntricos. As crianças tendem a se comportar em sociedade de acordo com os modelos domésticos. Muitos deles não se preocupam com as regras sociais, não refletem sobre a necessidade delas no convívio coletivo e, nem sequer se preocupam com as consequências dos seus atos transgressores. Cabe à sociedade como um todo transmitir às novas gerações valores educacionais mais éticos e responsáveis. Afinal, são estes jovens que estão delineando o que a sociedade será daqui em diante. Auxiliá-los e conduzi-los na construção de umasociedade mais justa e menos violenta, é obrigação de todos.

COMO OS PAIS E PROFESSORES PODEM AJUDAR AS VÍTIMAS DE BULLYING A SUPERAR O SOFRIMENTO?
A identificação precoce do bullying pelos responsáveis (pais e professores) é de suma importância. As crianças normalmente não relatam o sofrimento vivenciado na escola, por medo de represálias e por vergonha. A observação dos pais sobre o comportamento dos filhos é fundamental, bem como o diálogo franco entre eles. Os pais não devem hesitar em buscar ajuda de profissionais da área de saúde mental, para que seus filhos possam superar traumas e transtornos psíquicos.

Outro aspecto de valor inestimável é a percepção do talento inato desses jovens. Os adultos devem sempre estimulá-los e procurar métodos eficazes para que essas habilidades possam resgatar sua autoestima, bem como construir sua identidade social na forma de uma cidadania plena. (créditos: www.cnj.jus.br)

sábado, 6 de agosto de 2011

Depressão Por Carência Afetiva


A carência afetiva é um mal que atinge todas as faixas etárias, culturas e classes sociais. É pior que a gripe, que vem e vai embora, ou uma doença que mata de vez. É um mal que consome as pessoas devagarinho.

A indiferença da sociedade atual face aos problemas do mundo, faz com que as pessoas sintam-se sozinhas e carentes. Preferimos fechar os olhos ao que se passa ao nosso redor (e mesmo fora dele!) do que enfrentar a realidade da vida dos outros, dos seus problemas. Há cada vez mais pessoas solitárias enquanto a população cresce.

As pessoas têm sede de amor. O problema é que raramente querem ser fonte. E nessa engrenagem há muita gente infeliz. Então corre-se de um lado para o outro, alguns tentam achar compensação a nível profissional, outros em religiões, crenças e seitas.

A internet também faz parte desse mundo. Fecha-se aqui, procura-se amores, amizades e certezas de que alguma coisa ainda existe capaz de compensar a falta de afeto. E enganam-se. Engana-se os outros e a si mesmo.

Quando Jesus andou na terra, tenho certeza que não precisava de nada. Ele era autossuficiente.Apesar disso, viveu tudo: Ele andou, trabalhou, se entristeceu, chorou, sentiu fome, angústia, dor, morreu e ressurgiu. E vivendo tudo isso, amou. Amou até o fim, até pedir perdão para os que o crucificaram. E tudo o que Ele viveu, foi para nos mostrar o exemplo. De nada serviria se Ele tivesse pregado e não vivido as próprias palavras. Como nós. Mais que falar, precisamos viver.

O dia que as pessoas compreenderem que a solução está dentro delas mesmas, então o mundo terá uma chance de sair desse caos. Se você quer ser amado, ame! Quer receber um sorriso? Sorria! Quer receber e-mails? Mande! Quer carinho? Dê ternura até não agüentar mais. Quer atenção? Seja atencioso!

Talvez não funcione imediatamente. É um remédio que precisa de um tempo para começar a fazer efeito. Mas, quando você estiver curado interiormente, vai ser outra pessoa, de maneira tal que será impossível não receber de volta a felicidade que espalhou. Temos a mania de querer comprar tudo. Mas muitas coisas da vida precisamos plantar, cuidar e colher com nossas próprias mãos. Nem tudo se vende e se compra e afeto faz parte dessas raras coisas.

Não amamos a Deus por que Ele nos amou primeiro? Então, vivamos de maneira que possamos ser os primeiros a dar afeto, amor, atenção. Sejamos os antídotos do ódio e da indiferença. Tudo o que virá após, será compensação. Estaremos contribuindo assim para uma sociedade mais humana, mais justa e mais equilibrada. (fonte: www.leticiathompson.net)

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

71 boas desculpas para não ir para escola

Quem nunca teve preguiça de ir para escola. Principalmente para aqueles que estudam no período da manhã, que precisam acordar cedo para ir pra escola.
Então hoje preparei um post muito interessante, para você que ainda é estudante, e as vezes ta com aquela preguiça de ir a aula.
Vou dar 71 boas desculpas para dar a seus pais ou a seus professores, para faltar na escola.

Vamos as desculpas então... 




1.Esqueci-me de onde fica a Escola.

2.Já nasci ensinado.

3.Eu aprendo esta matéria por telepatia.

4.Prefiro o Tele-curso.

5.Quero que sintam minha ausência.

6.Depois que a professora me disse que aprender é uma festa, perdi o convite.

7.Sempre fui fiel a meus princípios. Falto às aulas por princípio.

8.Nem tudo que reluz é aula.

9.Não foi a primeira vez e não será a última.

10.Você já notou como as férias estão cada vez mais curtas?

11.Prefiro ser auto-didacta.

12.Ah! eu queria tanto…

13.Fui suspenso por excesso de faltas.

14.Ainda não inventaram uma droga eficaz contra rejeição escolar.

15.Faltei hoje porque estou preocupado com uma boa desculpa para faltar amanhã.

16.Faltei por motivo de luto. Você não imagina como eu luto com a preguiça.

17.Ainda tenho uma pequena chance de ser reprovado; não é hora de desistir.

18.Estive à procura do gajo que inventou a escola.

19.Sou supersticioso, ir a escola em dias ímpares dá azar.

20.Tenho uma incrível vocação para ser vagabundo.

21.Não dou satisfações a quem não tenha a mesma visão política que eu.

22.Mais vale duas aulas voando do que uma na mão.

23.Iria, se a substância da aula fosse mais consistente.

24.Eu poderia mentir, mas, direi a verdade. Só que em outra ocasião.

25.Escola? Ontem? Pensei que hoje fosse segunda…

26.E depois de tantas boas ideias querias mais uma?


27.O professor está doente. Se não está, ficará com a minha presença.

28.A crise me corrompeu.

29.Já que a aula é um dever, vamos dever mais uma aula.

30.Segunda que vem eu vou.

31.Minha esperança é manter esta ausência consciente.

32.Consideram-me um marginal aos poderes constituídos.

33.Em matérias colectivas, não é necessária a presença.

34.Sou um incompreendido.

35.Minha mãe não me deixa ir a escola em dias nublados.

36.Ou trabalho ou estudo, ainda não decidi.

37.Com a crise dos costumes, faltar às aulas aula tornou-se uma obsessão.

38.Quando eu voltar para a escola, todos vão ficar contentes em me ver.

39.Minha maior preocupação é não ser aprovado por distinção, sou tímido.

40.Tive um sonho que a III guerra mundial começava hoje.

41.Estou com o cio.

42.Até parece que matemática é importante.

43.Se eu aparecer, também serei reprovado.

44.Estou-me acostumando a sentir falta da escola.

45.Gosto que todos fiquem na expectativa de eu aparecer.

46.A aula de educação física esgotou minhas possibilidades de bom aproveitamento intelectual.

47.Ser aluno brilhante para quê?

48.Amanhã farei minha ultima tentativa de aceitar a escola sem restrições.

49.Estou ocupado a escrever a justificação da minha falta.

50.Antes só do que mal escolarizado.

51.Neste momento eu tenho tudo que quero da vida: uma cama quentinha e uma mãe compreensiva.

52.Derrotei o travesseiro, mas, perdi para os lençóis.

53.A pedagogia moderna aceita ausências eventuais, mesmo que sejam constantes.

54.Hoje, meu corpo não, mas, meu espírito estará presente.

55.O dia está tão lindo…

56.Com uma manhã como esta quem pode pensar em escola?

57.Está a chover…

58.Estou com uma distensão na orelha.

59.Com a dor de cabeça que eu estou…

60.A minha professora não entende nada.

61.Eu não entendo a minha professora.

62.Por mais que eu estude, esta matéria não entra.

63.Nunca deixe para depois de amanhã o que pode fazer amanhã.

64.Sexta-feira é dia sagrado aos deuses da minha religião.

65.Hoje é dia nacional de luta pelo aluno incompreendido.

66.Acordei tarde.

67.Acordei cedo e dormi de novo.

68.Tenho uma rara doença no cérebro que me impede de lembrar…O que que eu estava dizendo?

69.Perdi a hora.

70.Compromissos imprescindíveis me prenderam.

71.No meio do caminho me deu uma dor de barriga…

E ai qual você usaria para faltar a aula ?



fonte: http://www.putzlink.com.br

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

12 Provas De Que o Sexo faz Bem à Saúde


Segundo o diretor da ala de medicina Sexual no hospital de Alvarado, nos EUA e publicado no Healthline, existem doze provas de que o sexo faz bem à saúde. E são elas:

1) Combate resfriados e gripe: Manter relações sexuais uma ou duas vezes por semana podem elevar os níveis de IgA (imunoglobulina A), primeira linha de defesa para gripes e resfriados.

2) Queima calorias: o sexo pode ser considerado um exercício físico divertido, pois ao aumentar o fluxo sanguíneo faz o coração bater mais forte.

3) Regula os níveis de hormônios, o que melhora sintomas como menopausa e promove ciclos menstruais regulares.

4) Alivia dores de cabeça e física, por liberar o hormônio ocitocina, que atua contra a dor.

5) Reduz o estresse e a pressão arterial: O responsável também é a ocitocina que acalma e promove o sono, reuzindo o estresse.

6) Diminui o risco de câncer de próstata: Homens que ejaculam pelo menos cinco vezes por semana têm menos riscos de ter câncer de próstata.

7) Diminui o risco de câncer de mama: O aumento da frequência de relações sexuais diminui os riscos de câncer de mama.

8) Reduz o risco de doenças cardíacas: Segundo um estudo do New England Research Institute, o sexo duas vezes por semana reduz o risco de doenças cardíacas em 45%.

9) Melhora a auto-estima e o humor: As pessoas sexualmente ativas são menos propensas a ter alexitimia. Um traço de personalidade caracterizado pela incapacidade de expressar ou compreender emoções, consequentemente melhora a auto-estima e o humor.

10) Previne a pré-eclâmpsia: Vários estudos têm demonstrado que se a mulher esteve mais exposta ao sêmen do parceiro terá menos riscos de pré-eclâmpsia.

11) Melhora o olfato, devido a elevação do hormônio prolactina no homem e na mulher. Esse hormônio se desenvolve atuando nos neurônios do bulbo olfativo do cérebro.

12) Melhora o controle da bexiga: A movimentação pélvica estimula o mesmo conjunto de músculos da bexiga, o que pode contribuir para evitar incontinência urinária mais tarde. (fonte: www.healthline.com)